AVISOS - MENSAGENS

 

EVANGELHOS
EVANGELHO DO DIA | 19 de Dezembro de 2018
O evangelho nos narra o anuncio do nascimento de João Batista de uma mulher estéril e de idade

avançada (velhice). Apesar de servir a Deus no Templo o sacerdote Zacarias, pai de João Batista, foi invadido pela incredulidade sobre o nascimento de João Batista. Isabel era estéril. Não há esperança de fecundidade. Por isso, para Zacarias custa crer num possível nascimento. Humanamente isto é compreensível, mas não para Deus que é capaz de mudar qualquer situação por impossível que ela pareça ser, “pois para Deus nada é impossível” (Lc 1,37). Não é por acaso que Santo Agostinho dizia: “A fé abre a porta ao conhecimento. A incredulidade a fecha” (Epist. 136,4).

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

5Nos dias de Herodes, rei da Judeia, vivia um sacerdote chamado Zacarias, do grupo de Abia. Sua esposa era descendente de Aarão e chamava-se Isabel. 6Ambos eram justos diante de Deus e obedeciam fielmente a todos os mandamentos e ordens do Senhor. 7Não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e os dois já eram de idade avançada.

8Em certa ocasião, Zacarias estava exercendo as funções sacerdotais no Templo, pois era a vez do seu grupo. 9Conforme o costume dos sacerdotes, ele foi sorteado para entrar no Santuário, e fazer a oferta do incenso. 10Toda a assembleia do povo estava do lado de fora rezando, enquanto o incenso estava sendo oferecido.

11Então apareceu-lhe o anjo do Senhor, de pé, à direita do altar do incenso. 12Ao vê-lo, Zacarias ficou perturbado e o temor apoderou-se dele. 13Mas o anjo disse: “Não tenhas medo, Zacarias, porque Deus ouviu tua súplica. Tua esposa, Isabel, vai ter um filho, e tu lhe darás o nome de João. 14Tu ficarás alegre e feliz, e muita gente se alegrará com o nascimento do menino, 15porque ele vai ser grande diante do Senhor. Não beberá vinho nem bebida fermentada e, desde o ventre materno, ficará repleto do Espírito Santo. 16Ele reconduzirá muitos do povo de Israel ao Senhor seu Deus. 17E há de caminhar à frente deles, com o espírito e o poder de Elias, a fim de converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à sabedoria dos justos, preparando para o Senhor um povo bem disposto”.

18Então Zacarias perguntou ao anjo: “Como terei certeza disto? Sou velho e minha mulher é de idade avançada”. 19O anjo respondeu-lhe: “Eu sou Gabriel. Estou sempre na presença de Deus, e fui enviado para dar-te esta boa notícia. 20Eis que ficarás mudo e não poderás falar, até o dia em que essas coisas acontecerem, porque não acreditaste nas minhas palavras, que se hão de cumprir no tempo certo”.

21O povo estava esperando Zacarias, e admirava-se com a sua demora no Santuário. 22Quando saiu, não podia falar-lhes. E compreenderam que ele tinha tido uma visão no Santuário. Zacarias falava por sinais e continuava mudo.

23Depois que terminou seus dias de serviço no Santuário, Zacarias voltou para casa. 24Algum tempo depois, sua esposa Isabel ficou grávida, e escondeu-se durante cinco meses. 25Ela dizia: “Eis o que o Senhor fez por mim, nos dias em que ele se dignou tirar-me da humilhação pública!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor

O evangelho nos narra o anuncio do nascimento de João Batista de uma mulher estéril e de idade

avançada Apesar de servir a Deus no Templo o sacerdote Zacarias, pai de João Batista, foi invadido pela incredulidade sobre o nascimento de João Batista. Isabel era estéril. Não há esperança de fecundidade. Por isso, para Zacarias custa crer num possível nascimento. Humanamente isto é compreensível, mas não para Deus que é capaz de mudar qualquer situação por impossível que ela pareça ser, “pois para Deus nada é impossível” (Lc 1,37). Não é por acaso que Santo Agostinho dizia: “A fé abre a porta ao conhecimento. A incredulidade a fecha” (Epist. 136,4).

De Zacarias aprendemos que ninguém está isento da falta de fé por forte que pareça ser sua fé. Mas Deus continua atuando na nossa vida e na história apesar de nossa incredulidade. “Fé é crer no que não vemos. O prêmio da fé é ver o que cremos”, dizia Santo Agostinho (Serm. 43,1,1; cf. Hb 11,1).

Por causa de sua incredulidade, Zacarias pede um sinal do anjo anunciador sobre o nascimento de João Batista (cf. Mt 12,39; Mc 8,11; Lc 11,16; Jo 6,30). Ao pedir o sinal de Deus Zacarias se revela como homem do tempo antigo fica “ultrapassado” por uma novidade que ele não pode entender e que essa novidade o deixa com a boca aberta, no sentido mais forte da palavra.

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.



5Nos dias de Herodes, rei da Judeia, vivia um sacerdote chamado Zacarias, do grupo de Abia. Sua esposa era descendente de Aarão e chamava-se Isabel. 6Ambos eram justos diante de Deus e obedeciam fielmente a todos os mandamentos e ordens do Senhor. 7Não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e os dois já eram de idade avançada.

8Em certa ocasião, Zacarias estava exercendo as funções sacerdotais no Templo, pois era a vez do seu grupo. 9Conforme o costume dos sacerdotes, ele foi sorteado para entrar no Santuário, e fazer a oferta do incenso. 10Toda a assembleia do povo estava do lado de fora rezando, enquanto o incenso estava sendo oferecido.

11Então apareceu-lhe o anjo do Senhor, de pé, à direita do altar do incenso. 12Ao vê-lo, Zacarias ficou perturbado e o temor apoderou-se dele. 13Mas o anjo disse: “Não tenhas medo, Zacarias, porque Deus ouviu tua súplica. Tua esposa, Isabel, vai ter um filho, e tu lhe darás o nome de João. 14Tu ficarás alegre e feliz, e muita gente se alegrará com o nascimento do menino, 15porque ele vai ser grande diante do Senhor. Não beberá vinho nem bebida fermentada e, desde o ventre materno, ficará repleto do Espírito Santo. 16Ele reconduzirá muitos do povo de Israel ao Senhor seu Deus. 17E há de caminhar à frente deles, com o espírito e o poder de Elias, a fim de converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à sabedoria dos justos, preparando para o Senhor um povo bem disposto”.

18Então Zacarias perguntou ao anjo: “Como terei certeza disto? Sou velho e minha mulher é de idade avançada”. 19O anjo respondeu-lhe: “Eu sou Gabriel. Estou sempre na presença de Deus, e fui enviado para dar-te esta boa notícia. 20Eis que ficarás mudo e não poderás falar, até o dia em que essas coisas acontecerem, porque não acreditaste nas minhas palavras, que se hão de cumprir no tempo certo”.

21O povo estava esperando Zacarias, e admirava-se com a demora no Santuário. 22Quando saiu, não podia falar-lhes. E compreenderam que ele tinha tido uma visão no Santuário. Zacarias falava por sinais e continuava mudo.

23Depois que terminou seus dias de serviço no Santuário, Zacarias voltou para casa. 24Algum tempo depois, sua esposa Isabel ficou grávida, e escondeu-se durante cinco meses. 25Ela dizia: “Eis o que o Senhor fez por mim, nos dias em que ele se dignou tirar-me da humilhação pública!”


— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

O evangelho nos narra o anuncio do nascimento de João Batista de uma mulher estéril

de idade avançada . Apesar de servir a Deus fielmente no Templo o sacerdote Zacarias, pai de João Batista, foi invadido pela incredulidade sobre o nascimento de João Batista. Isabel era estéril. Não há esperança de fecundidade. Trata-se do drama do homem fiel a Deus. Para Zacarias custa crer num possível nascimento de uma mulher estéril. Humanamente isto é compreensível, mas não para Deus que é capaz de mudar qualquer situação por impossível que ela pareça ser, “pois para Deus nada é impossível” (Lc 1,37). A extremidade do homem é oportunidade para Deus. Não é por acaso que Santo Agostinho dizia: “A fé abre a porta ao conhecimento. A incredulidade a fecha” (Epist. 136,4).

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.


5Nos dias de Herodes, rei da Judeia, vivia um sacerdote chamado Zacarias, do grupo de Abia. Sua esposa era descendente de Aarão e chamava-se Isabel. 6Ambos eram justos diante de Deus e obedeciam fielmente a todos os mandamentos e ordens do Senhor. 7Não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e os dois já eram de idade avançada.

8Em certa ocasião, Zacarias estava exercendo as funções sacerdotais no Templo, pois era a vez do seu grupo. 9Conforme o costume dos sacerdotes, ele foi sorteado para entrar no Santuário, e fazer a oferta do incenso. 10Toda a assembleia do povo estava do lado de fora rezando, enquanto o incenso estava sendo oferecido.

11Então apareceu-lhe o anjo do Senhor, de pé, à direita do altar do incenso. 12Ao vê-lo, Zacarias ficou perturbado e o temor apoderou-se dele. 13Mas o anjo disse: “Não tenhas medo, Zacarias, porque Deus ouviu tua súplica. Tua esposa, Isabel, vai ter um filho, e tu lhe darás o nome de João. 14Tu ficarás alegre e feliz, e muita gente se alegrará com o nascimento do menino, 15porque ele vai ser grande diante do Senhor. Não beberá vinho nem bebida fermentada e, desde o ventre materno, ficará repleto do Espírito Santo. 16Ele reconduzirá muitos do povo de Israel ao Senhor seu Deus. 17E há de caminhar à frente deles, com o espírito e o poder de Elias, a fim de converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à sabedoria dos justos, preparando para o Senhor um povo bem disposto”.

18Então Zacarias perguntou ao anjo: “Como terei certeza disto? Sou velho e minha mulher é de idade avançada”. 19O anjo respondeu-lhe: “Eu sou Gabriel. Estou sempre na presença de Deus, e fui enviado para dar-te esta boa notícia. 20Eis que ficarás mudo e não poderás falar, até o dia em que essas coisas acontecerem, porque tu não acreditaste nas minhas palavras, que hão de se cumprir no tempo certo”.

21O povo estava esperando Zacarias, e admirava-se com a demora no Santuário. 22Quando saiu, não podia falar-lhes. E compreenderam que ele tinha tido uma visão no Santuário. Zacarias falava por sinais e continuava mudo.

23Depois que terminou seus dias de serviço no Santuário, Zacarias voltou para casa. 24Algum tempo depois, sua esposa Isabel ficou grávida, e escondeu-se durante cinco meses. 25Ela dizia: “Eis o que o Senhor fez por mim, nos dias em que ele se dignou tirar-me da humilhação pública!”


— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

O evangelho nos narra o anuncio do nascimento de João Batista de uma mulher estéril

e de idade avançada (velhice). Apesar de servir a Deus no Templo o sacerdote Zacarias, pai de João Batista, foi invadido pela incredulidade sobre o nascimento de João Batista. Isabel era estéril. Não há esperança de fecundidade. Por isso, para Zacarias custa crer num possível nascimento. Humanamente isto é compreensível, mas não para Deus que é capaz de mudar qualquer situação por impossível que ela pareça ser, “pois para Deus nada é impossível” (Lc 1,37). Não é por acaso que Santo Agostinho dizia: “A fé abre a porta ao conhecimento. A incredulidade a fecha” (Epist. 136,4).De Zacarias aprendemos que ninguém está isento da falta de fé por forte que pareça ser sua fé. Mas Deus continua atuando na nossa vida e na história apesar de nossa incredulidade. “Fé é crer no que não vemos. O prêmio da fé é ver o que cremos”, dizia Santo Agostinho (Serm. 43,1,1; cf. Hb 11,1).Por causa de sua incredulidade, Zacarias pede um sinal do anjo anunciador sobre o nascimento de João Batista (cf. Mt 12,39; Mc 8,11; Lc 11,16; Jo 6,30). Ao pedir o sinal de Deus Zacarias se revela como homem do tempo antigo fica “ultrapassado” por uma novidade que ele não pode entender e que essa novidade o deixa com a boca aberta, no sentido mais forte da palavra.

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

5Nos dias de Herodes, rei da Judeia, vivia um sacerdote chamado Zacarias, do grupo de Abia. Sua esposa era descendente de Aarão e chamava-se Isabel. 6Ambos eram justos diante de Deus e obedeciam fielmente a todos os mandamentos e ordens do Senhor. 7Não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e os dois já eram de idade avançada.

8Em certa ocasião, Zacarias estava exercendo as funções sacerdotais no Templo, pois era a vez do seu grupo. 9Conforme o costume dos sacerdotes, ele foi sorteado para entrar no Santuário, e fazer a oferta do incenso. 10Toda a assembleia do povo estava do lado de fora rezando, enquanto o incenso estava sendo oferecido.

11Então apareceu-lhe o anjo do Senhor, de pé, à direita do altar do incenso. 12Ao vê-lo, Zacarias ficou perturbado e o temor apoderou-se dele. 13Mas o anjo disse: “Não tenhas medo, Zacarias, porque Deus ouviu tua súplica. Tua esposa, Isabel, vai ter um filho, e tu lhe darás o nome de João. 14Tu ficarás alegre e feliz, e muita gente se alegrará com o nascimento do menino, 15porque ele vai ser grande diante do Senhor. Não beberá vinho nem bebida fermentada e, desde o ventre materno, ficará repleto do Espírito Santo. 16Ele reconduzirá muitos do povo de Israel ao Senhor seu Deus. 17E há de caminhar à frente deles, com o espírito e o poder de Elias, a fim de converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à sabedoria dos justos, preparando para o Senhor um povo bem disposto”.

18Então Zacarias perguntou ao anjo: “Como terei certeza disto? Sou velho e minha mulher é de idade avançada”. 19O anjo respondeu-lhe: “Eu sou Gabriel. Estou sempre na presença de Deus, e fui enviado para dar-te esta boa notícia. 20Eis que ficarás mudo e não poderás falar, até o dia em que essas coisas acontecerem, porque não acreditaste nas minhas palavras, que se hão de cumprir no tempo certo”.

21O povo estava esperando Zacarias, e admirava-se com a demora no Santuário. 22Quando saiu, não podia falar-lhes. E compreenderam que ele tinha tido uma visão no Santuário. Zacarias falava por sinais e continuava mudo.

23Depois que terminou seus dias de serviço no Santuário, Zacarias voltou para casa. 24Algum tempo depois, sua esposa Isabel ficou grávida, e escondeu-se durante cinco meses. 25Ela dizia: “Eis o que o Senhor fez por mim, nos dias em que ele se dignou tirar-me da humilhação pública!”


— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Com todos que se encontram neste ambiente virtual, iniciamos nossa Leitura Orante do Advento,
com a Canção do Advento Ó vem, Senhor, não tardes mais! Vem saciar nossa sede de Paz!
1. Ó vem, como chega a brisa do vento,
Trazendo aos pobres justiça e bom tempo!
2. Ó vem, como chega a chuva no chão
Trazendo fartura de vida e de pão!
3. Ó vem, como chega a luz que faltou
Só tua palavra nos salva Senhor!
4. Ó vem, como chega a carta querida
Bendito carteiro do Reino da Vida!
5. Ó vem, como chega o filho esperado
Caminha conosco Jesus Bem amado!
6. Ó vem, como chega o Libertador
Das mãos do inimigo nos salva Senhor

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

5Nos dias de Herodes, rei da Judeia, vivia um sacerdote chamado Zacarias, do grupo de Abia. Sua esposa era descendente de Aarão e chamava-se Isabel. 6Ambos eram justos diante de Deus e obedeciam fielmente a todos os mandamentos e ordens do Senhor. 7Não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e os dois já eram de idade avançada.
8Em certa ocasião, Zacarias estava exercendo as funções sacerdotais no Templo, pois era a vez do seu grupo. 9Conforme o costume dos sacerdotes, ele foi sorteado para entrar no Santuário, e fazer a oferta do incenso. 10Toda a assembleia do povo estava do lado de fora rezando, enquanto o incenso estava sendo oferecido.
11Então apareceu-lhe o anjo do Senhor, de pé, à direita do altar do incenso. 12Ao vê-lo, Zacarias ficou perturbado e o temor apoderou-se dele. 13Mas o anjo disse: “Não tenhas medo, Zacarias, porque Deus ouviu tua súplica. Tua esposa, Isabel, vai ter
um filho, e tu lhe darás o nome de João. 14Tu ficarás alegre e feliz, e muita gente se alegrará com o nascimento do menino, 15porque ele vai ser grande diante do Senhor. Não beberá vinho nem bebida fermentada e, desde o ventre materno, ficará repleto do Espírito Santo. 16Ele reconduzirá muitos do povo de Israel ao Senhor seu Deus. 17E há de caminhar à frente deles, com o espírito e o poder de Elias, a fim de converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à sabedoria dos justos, preparando para o Senhor um povo bem disposto”.
18Então Zacarias perguntou ao anjo: “Como terei certeza disto? Sou velho e minha mulher é de idade avançada”. 19O anjo respondeu-lhe: “Eu sou Gabriel. Estou sempre na presença de Deus, e fui enviado para dar-te esta boa notícia. 20Eis que ficarás mudo e não poderás falar, até o dia em que essas coisas acontecerem, porque não acreditaste nas minhas palavras, que se hão de cumprir no tempo certo”.
21O povo estava esperando Zacarias, e admirava-se com a demora no Santuário. 22Quando saiu, não podia falar-lhes. E compreenderam que ele tinha tido uma visão no Santuário. Zacarias falava por sinais e continuava mudo.
23Depois que terminou seus dias de serviço no Santuário, Zacarias voltou para casa. 24Algum tempo depois, sua esposa Isabel ficou grávida, e escondeu-se durante cinco meses. 25Ela dizia: “Eis o que o Senhor fez por mim, nos dias em que ele se dignou tirar-me da humilhação pública!”

— Palavra da Salvação.
.
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

5Nos dias de Herodes, rei da Judeia, vivia um sacerdote chamado Zacarias, do grupo de Abia. Sua esposa era descendente de Aarão e chamava-se Isabel. 6Ambos eram justos diante de Deus e obedeciam fielmente a todos os mandamentos e ordens do Senhor. 7Não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e os dois já eram de idade avançada.
8Em certa ocasião, Zacarias estava exercendo as funções sacerdotais no Templo, pois era a vez do seu grupo. 9Conforme o costume dos sacerdotes, ele foi sorteado para entrar no Santuário, e fazer a oferta do incenso. 10Toda a assembleia do povo estava do lado de fora rezando, enquanto o incenso estava sendo oferecido.
11Então apareceu-lhe o anjo do Senhor, de pé, à direita do altar do incenso. 12Ao vê-lo, Zacarias ficou perturbado e o temor apoderou-se dele. 13Mas o anjo disse: “Não tenhas medo, Zacarias, porque Deus ouviu tua súplica. Tua esposa, Isabel, vai ter um filho, e tu lhe darás o nome de João. 14Tu ficarás alegre e feliz, e muita gente se alegrará com o nascimento do menino, 15porque ele vai ser grande diante do Senhor. Não beberá vinho nem bebida fermentada e, desde o ventre materno, ficará repleto do Espírito Santo. 16Ele reconduzirá muitos do povo de Israel ao Senhor seu Deus. 17E há de caminhar à frente deles, com o espírito e o poder de Elias, a fim de converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à sabedoria dos justos, preparando para o Senhor um povo bem disposto”.
18Então Zacarias perguntou ao anjo: “Como terei certeza disto? Sou velho e minha mulher é de idade avançada”. 19O anjo respondeu-lhe: “Eu sou Gabriel. Estou sempre na presença de Deus, e fui enviado para dar-te esta boa notícia. 20Eis que ficarás mudo e não poderás falar, até o dia em que essas coisas acontecerem, porque não acreditaste nas minhas palavras, que se hão de cumprir no tempo certo”.
21O povo estava esperando Zacarias, e admirava-se com a sua demora no Santuário. 22Quando saiu, não podia falar-lhes. E compreenderam que ele tinha tido uma visão no Santuário. Zacarias falava por sinais e continuava mudo.
23Depois que terminou seus dias de serviço no Santuário, Zacarias voltou para casa. 24Algum tempo depois, sua esposa Isabel ficou grávida, e escondeu-se durante cinco meses. 25Ela dizia: “Eis o que o Senhor fez por mim, nos dias em que ele se dignou tirar-me da humilhação pública!”

- Palavra da Salvação.
NASCIMENTO DE JESUS

Preparo-me para a Leitura Orante, rezando:
Em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo.
Espírito de verdade,
a ti consagro a mente e meus pensamentos: ilumina-me.
Que eu conheça Jesus Mestre
e compreenda o seu Evangelho.

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

18A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. 19José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria, em segredo.
20Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. 21Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo de seus pecados”.
22Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: 23“Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que significa: Deus está conosco”.
24Quando acordou, José fez como o anjo do Senhor havia mandado e aceitou sua esposa.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

27 de Outubro de 2017
Lendo e meditando as palavras de Jesus no evangelho deste dia o Concilio Vaticano II, através de

um dos seus famosos documentos, chamado Gaudium et Spes (GS) afirma: “é dever da Igreja investigar a todo o momento os sinais dos tempos, e interpretá-los à luz do Evangelho; para que assim possa responder, de modo adaptado em cada geração, às eternas perguntas dos homens acerca do sentido da vida presente e da vida futura, e da relação entre ambas. É, por isso, necessário conhecer e compreender o mundo em que vivemos, as suas esperanças e aspirações, e o seu caráter tantas vezes dramático” (GS, no.4). “O Povo de Deus, movido pela fé com que acredita ser conduzido pelo Espírito do Senhor, o qual enche o universo, esforça-se por discernir nos acontecimentos, nas exigências e aspirações, em que participa juntamente com os homens de hoje, quais são os verdadeiros sinais da presença ou da vontade de Deus. Porque a fé ilumina todas as coisas com uma luz nova, e faz conhecer o desígnio divino acerca da vocação integral do homem e, dessa forma, orienta o espírito para soluções plenamente humanas” (GS no. 11).

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 54Jesus dizia às multidões: “Quando vedes uma nuvem vinda do ocidente, logo dizeis que vem chuva. E assim acontece. 55Quando sentis soprar o vento do sul, logo dizeis que vai fazer calor. E assim acontece. 56Hipócritas! Vós sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente? 57Por que não julgais por vós mesmos o que é justo?

58Quando, pois, tu vais com o teu adversário apresentar-te diante do magistrado, procura resolver o caso com ele enquanto estais a caminho. Senão ele te levará ao juiz, o juiz te entregará ao guarda, e o guarda te jogará na cadeia. 59Eu te digo: daí tu não sairás, enquanto não pagares o último centavo”.

 

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

28 de Outubro de 2017
A passagem do Evangelho de hoje é lida em função da festa dos dois Apóstolos que narra a

instituição solene dos Doze. “Jesus subiu ao monte”, assim Lucas começou seu relato. Monte é o lugar das grandes decisões, um lugar solitário propício para a oração, um lugar de amplos horizontes de onde se vê longe. Jesus nos ensina a aprendermos a ampliar nosso horizonte. Quanto mais subirmos, mais ampla será a visão que teremos. Para isso, temos que ter coragem de subir, de sair de nosso canto de sempre, sem medo. É aprender a ver a vida de maneira multiangular.  Eu posso fracassar em um modo de atuar, mas não significa que eu seja um fracassado para minha vida inteira. Deus me dá oportunidade para adotar outra maneira de viver tirando lição da maneira que eu vivi. O conservador não tem futuro porque não aceita novidade e teme por aquilo que é novo. Mas o mundo continua mudando e eu continuo parado e paralisado.

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

12Naqueles dias, Jesus foi à montanha para rezar. E passou a noite toda em oração a Deus. 13Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: 14Simão, a quem impôs o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; 15Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelota; 16Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou traidor.

17Jesus desceu da montanha com eles e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judeia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia. 18Vieram para ouvir Jesus e serem curados de suas doenças. E aqueles que estavam atormentados por espíritos maus também foram curados. 19A multidão toda procurava tocar em Jesus, porque uma força saía dele, e curava a todos.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor

29 de Outubro de 2017
Amor! Eis a mensagem central do cristianismo. Ser o mandamento primeiro significa que é ele

que dá sentido a todo o resto. Por isso, basta eliminar o amor da vida e o mundo virará um cemitério. E quando acaba o amor, formamos uma imagem estática do outro e ficamos no passado do outro apesar do outro ter-se mudado. E sem o amor, julgamos e nos atemos a preconceitos mútuos. Isto é a morte. O amor nos liberta de tais imagens e mantém o futuro aberto aos outros. Nutrimos esperança pelo outro, por isso esperamos do outro. Isto é a vida.  O amor é a origem da realidade, motivo da salvação, meio da comunhão, fonte da atividade e critério da vida. Basta cada um de nós deixar-se levar pelo amor, a vida ou o cristianismo se apresentará com outro aspecto, com outro estilo e viver com outro calor, com muita espontaneidade e alegria. Por isso, no mundo humano, como também no mundo animal, o crescimento não é possível sem amor, como dizia Teilhard de Chardin: “O amor é a mais universal, a mais formidável e a mais misteriosa das energias cósmicas. Socialmente, fingimos ignorá-lo na ciência, nos negócios e nas assembléias, ao passo que sub-repticiamente ele está em toda parte”. O amor faz crescer. O amor tranqüiliza. O amor dá segurança. Por isso, aquele que não é amado, fecha-se em si mesmo como uma prisão sem portas, sem outra saída e se torna uma pessoa egoísta. Sabemos que o egoísmo devora o que o outro tem. O amor, ao contrário, oferece ao outro o que lhe falta.  Quando amamos e nos sentimos amados, recordamos que jamais estamos sozinhos em nossas lutas e conseguiremos sobreviver até às circunstâncias mais atribuladas. Quanto mais o amor tiver recebido sadiamente, tanto mais poderá alguém dá-lo. O amor que ele dá faz o eco ao amor recebido.

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 34os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo, 35e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo: 36“Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?”

37Jesus respondeu: “‘Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento!’ 38Esse é o maior e o primeiro mandamento. 39O segundo é semelhante a esse: ‘Amarás ao teu próximo como a ti mesmo’. 40Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

30 de Outubro de 2017
No texto do evangelho de hoje Lucas nos relata uma mulher sofrida durante dezoito anos que Jesus

curou no Sábado. No seu evangelho Lucas relatou três vezes a cura ocorrida no Sábado: a cura do homem com a mão paralisada (Lc 6,6-11); a cura de uma mulher encurvada (13,10-17); e a cura de um hidrópico (14,1-6).No evangelho lido neste dia, estamos diante de uma mulher encurvada durante dezoito anos. É todo um símbolo. É uma mulher que não pode endireitar-se nem levantar sua cabeça para o céu. Uma pessoa encurvada só pode olhar para o chão e sem condições para olhar para o céu. É uma mulher com uma perspectiva limitada e sem horizontes pelo peso carregado nas costas. É uma mulher que carrega um peso insuportável para sua vida que a incapacita de olhar além do chão. É uma mulher cansada e oprimida, esmagada e deprimida. É uma mulher que recebia, em seus ombros, fardos incontáveis. É um símbolo de todas as mulheres na história. É um símbolo de todos os que suportam ou carregam pesos intoleráveis.

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 10Jesus estava ensinando numa sinagoga, em dia de sábado. 11Havia aí uma mulher que, fazia dezoito anos, estava com um espírito que a tornava doente. Era encurvada e incapaz de se endireitar. 12Vendo-a, Jesus chamou-a e lhe disse: “Mulher, estás livre da tua doença”. 13Jesus pôs as mãos sobre ela, e imediatamente a mulher se endireitou e começou a louvar a Deus.

14O chefe da sinagoga ficou furioso, porque Jesus tinha feito uma cura em dia de sábado. E, tomando a palavra, começou a dizer à multidão: “Existem seis dias para trabalhar. Vinde, então, nesses dias para serdes curados, não em dia de sábado”.

15O Senhor lhe respondeu: “Hipócritas! Cada um de vós não solta do curral o boi ou o jumento, para dar-lhe de beber, mesmo que seja dia de sábado? 16Esta filha de Abraão, que Satanás amarrou durante dezoito anos, não deveria ser libertada dessa prisão, em dia de sábado?” 17Esta resposta envergonhou todos os inimigos de Jesus. E a multidão inteira se alegrava com as maravilhas que ele fazia.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

31 de Outubro de 2017
A passagem do evangelho de hoje fala de duas parábolas: a semente da mostarda e o fermento.

As duas querem sublinhar claramente que a graça de Deus cresce em extensão (grão de mostarda) e em intensidade (fermento na massa). No entanto, elas não sublinham apenas sobre o crescimento, mas também sobre todo estado final que apontam para um valor escatológico. Elas servem, por isso, para animar qualquer cristão, qualquer comunidade para não desistirem em levar adiante a causa de Jesus apesar de se sentirem tão pequenos no meio dos “poderosos” deste mundo, pois no final Deus é quem tem a última palavra.

— O Senhor esteja convosco.


— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 18Jesus dizia: “A que é semelhante o Reino de Deus, e com que poderei compará-lo? 19Ele é como a semente de mostarda, que um homem pega e atira no seu jardim. A semente cresce, torna-se uma grande árvore, e as aves do céu fazem ninhos nos seus ramos”. 20Jesus disse ainda: “Com que poderei ainda comparar o Reino de Deus? 21Ele é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Páginas:  1  2  3  4  5  6  7  8  9  10  11  12  13  14  15  16  17  18  19  20  21  22  23  24  25  26  27  28  29  30  31  32  33  34  35  36  37  38  39  40  41  42  43  44  45  46  47  48  49  50  51  52  53  54  55  56  57  58  59  60  61  62  63  64  65  66  67  68  69  70  71  72  73  74  75  76  77  78  79  80  81  82  83  84  85  86  87  88  89  90  91  92  93  94  95  96  97  98  99  100  101  102  103  104  105  106  107  108  109  110  111  112  113  114  115  116  117  118  119  120  121  122  123  124  125  126  127  128  129  130  131  132  133  134  135  136  137  138  139  140  141  142  143  144  145  146  147  148  149  150  151  152  153  154  155  156  157  158  159  160  161  162  163  164  165  166  167  168  169  170  171  172  173  174  175  176  177  178  179  180  181  182  183  184  185  186  187  188  189  190  191  192  193  194  195  196  197  198  199  200  201  202  203  204  205  206  207  208  209  210  211  212  213  214  215  216  217  218  219  220  221  222  223  224  225  226  227  228  229  230  231  232  233  234  235  236  237  238  239  240  241  242  243  244  245  246  247  248  249  250  251  252  253  254  255  256  257  258  259  260  261  262  263  264  265  266  267  268  269  270  271  272  273  274  275  276  277  278  279  280  281  282  283  284  285  286  287  288  289  290  291  292  293  294  295  296  297  298  299  300  301  302  303  304  305  306  307  308  309  310  311  312  313  314  315  316  317  318  319  320  321  322  323  324  325  326  327  328  329  330  331  332  333  334  335  336  337  338  339  340  341  342  343  344  345  346  347  348  349  350  351  352  353  354  355  356  357  358  359  360  361  362  363  364  365  366  367  368  369  370  371  372  373  374  375  376  377  378  379  380  381  382  383  384  385  386  387  388  389  390  391  392  393  394  395  396  397  398  399  400  401  402  403  404  405  406  407  408  409  410  411  412  413  414  415  416  417  418  419  420  421  422  423  424  425  426  427  428  429  430  431  432  433  434  435  436  437  438  439  440  441  442  443  444  445  446  447  448  449  450  451  452  453  454  455  456  457  458  459  460  461  462  463  464  465  466  467  468  469  470  471  472  473  474  475  476  477  478  479  480  481  482  483  484  485  486  487  488  489  490  491  492  493  494  495  496  497  498  499  500  501  502  503  504  505  506  507  508  509  510  511  512  513  514  515  516  517  518  519  520  521  522  523  [524]  525  526  527  528  529  530  531  532  533  534  535  536  537  538  539  540  541  542  543  544  545  546  547  548  549  550  551  552  553  554  555  556  557  558 
Galeria de Vídeos
.
.
.
Visitação a N.Senhora
.
3.Domingo da Pascoa
.
[ mais vídeos ]

MEDITAÇÕES

15/3/18  -O justo, ao contrário, se gloria de ter Deus como Pai, e Deus como Pai não faz mal a ninguém, somente faz o bem. O justo tem uma escala de valores e por isso, constitui uma acusação contra as convicções mundanas dos ímpios. Por ser uma censura viva para seu modo de viver, o justo é eliminado pelos ímpios. Mas “a vida dos justos está nas mãos de Deus e nenhum tormento os atingirá” (Sb 3,1).Para que o mundo não se torne surdo Deus precisa permanentemente dos justos, dos honestos, dos verdadeiros, dos coerentes e assim por diante. Jesus Cristo é o Justo por excelência e é o protótipo do justo, pois seu alimento é fazer a vontade de Deus: “Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e consumar a sua obra” (Jo 4,34). Por Jesus ser justo em tudo, os seus adversários querem silenciá-lo para sempre. Todas as acusações dos adversários contra Jesus nascem do ódio e de raiva mórbida. Sb 2,1. 12-22

É preciso nos recordar que as refeições de Jesus com os homens, especialmente com os pecadores convertidos são um sinal e antecipação do banquete pleno no Reino.

O símbolo mais apropriado do Reino de Deus é o banquete, pois se estabelecem a fraternidade, a comunhão e o amor sem limites.

Descansar Com Jesus Uma Solicitude Pastoral

Depois de ouvir seu relato Jesus convidou os Apóstolos: “Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansai um pouco”.  .

 “Vinde a Mim todos os que estais cansados sob o peso do vosso fardo e Eu vos darei descanso” (Mt 11,28). Jesus conjuga muito bem o trabalho e a oração. Dedica-se prioritariamente à evangelização, mas sabe buscar momentos de silêncio e oração para si e para os seus, mesmo que dure apenas pouco tempo como aconteceu no relato do evangelho de hoje.

Convidar os discípulos para descansar na solidão também é um gesto muito humano de Jesus. Jesus sabe o que é a fatiga e busca, muitas vezes, a solidão (no monte, no campo ou de noite). O ativismo nos esgota e empobrece. Não é bom o “stress”, ainda que seja espiritual. Quando não há o equilíbrio interior, todos cairão no nervosismo e diminuirá a eficácia humana e evangelizadora. Necessitamos da paz e da serenidade. Todos os que trabalham, também pelo Reino, necessitam de uma certa serenidade e um certo equilíbrio mental e psíquico. As pessoas que trabalham pelo Reino têm que ser pessoas de paz e de serenidade.2/2018

A Palavra de Deus nos ajuda a discernirmos o bem e o mal e a fazermos as opções corretas. Ela ressoa no nosso coração, confronta-nos com as nossas infidelidades, critica os nossos falsos valores, denuncia os nossos esquemas de egoísmo e de comodismo, alerta o perigo de nossa prepotência, mostra-nos o sem sentido das nossas opções erradas, grita-nos que é preciso corrigir o nosso rumo/direção, desperta a nossa consciência, indica-nos o caminho para Deus. “Senhor, dá, pois, a teu servo, um coração compreensivo, capaz de governar o teu povo e de discernir entre o bem e o mal”.02/2018

JESUS E O SABADO -Jesus veio ao mundo para salvar a humanidade por amor (cf. Jo 3,16). Por isso, Jesus aplica um princípio fundamental para todas as leis, em função dos homens: “O Sábado foi feito para o homem e não o homem para o Sábado”. O homem está sempre no centro da doutrina de Jesus. Sua preocupação é fazer o bem para o homem, mesmo no dia de Sábado, mesmo transgredindo a lei religiosa. A lei do Sábado foi dada precisamente a favor da liberdade, do bem e da alegria do homem (Dt 5,12-15).

A MULTIPLICAÇÃO DOS PAES .. milagre está na partilha. O problema da fome física e de outras fomes somente pode ser resolvido satisfatoriamente quando nós, homens, aprendemos a partilhar o que temos para com aqueles que não têm nada para sobreviver. O milagre está na partilha, na solidariedade e no amor entranhável. Sem essa solidariedade, sem essa fraternidade, sem comunicação de bens e sem essa comunhão no amor, não é possível a vida e a abundância da vida. Sem o amor a todos os homens, sem o amor e os sentimentos de Cristo, a Eucaristia que celebramos em sua memória careceria de sentido

JESUS E CEGO:O cego curado representa todas as pessoas que começam a “enxergar” tudo a partir do momento em que aceitarem Jesus, Luz do mundo, e viverem segundo seus ensinamentos. A narração nos mostra o itinerário ou o processo de fé. O “lavado”, o batizado, o crente que aceita o Enviado (Jesus) começa a ver, é iluminado, passa das trevas à luz, no entanto, não repentinamente nem de uma maneira claramente perceptível ao exterior, mas profundamente experimentado no interior. A palavra de Deus tem um poder transformante. Em seu contato o homem deixa de ser como antes: “Se alguém está em Cristo, é nova criatura. Passaram-se as coisas antigas; eis que se fez uma realidade nova” ( 2Cor 5,17). A fé em Jesus, Luz do mundo possibilita o homem a enxergar a vida da maneira que Deus a vê.

JESUS E O REINO :O Reino de Deus é precisamente a máxima realização dos ideais humanos de fraternidade, de solidariedade, de comunhão, de igualdade e de justiça. E precisamente no comer comunitário ou na festa comunitária se vivem os sinais que mostram como possível ou realizável o Reino de Deus entre os seres humanos. Para isso, há que ter uma disponibilidade generosa e a aspiração de construir algo maior do que os pequenos negócios e trabalhos particulares ou individuais.

10 RAZÕES PARA TORNAR-SE UM DIZIMISTA:

1 - Sou dizimista porque reconheço os dons de Deus em minha vida. (II Cor 9,7)

2 - Porque manifesto minha gratidão a Deus por tudo! (I Cor 4,7)

3 - Porque procuro retribuir ao meu próximo. ( Lc 17,16)

4 - Porque creio no que Deus diz através da Escritura. (Ml 3,10; Lc 21,1-4)

5 - Porque sou filho de Deus, n‘Ele confio e espero. (Mt 6, 25-31)

6 - Porque deixo de ser egoista, à medida que partilho com os outros. (Lc 12, 16-21; Pd 4,8)

7 - Porque creio na vida comunitária fraterna,onde Deus está (Mt 18,20)

8 - Porque levo a sério a Palavra de Deus, que é Pai das misericórdias (Mt 25,40)

9 - Porque Jesus tranquiliza-me, dando-me a certeza de que é meu grande amigo (Jo 14,1-5; Mt 25,34)

10 - Porque desejo ver o evangelho pregado com eficácia, a Comunidade crescendo e Deus sendo glorificado! (Mt 28,19-20; Mc 16,15)

O espaço totalmente ocupado pelo bem, o mal não tem vez. Quem se mantiver assim até o fim, seu nome estará escrito no céu

 

O CRISTÃO DEVE ESFORÇAR-SE PARA SER MELHOR EM TUDO

Jesus anuncia alguns pontos fundamentais para o discípulo/seguidor realizar a missão:

Em primeiro lugar, o texto diz que Jesus envia os discípulos dois a dois (v. Esse modo de agir corresponde à praxe missionária da comunidade primitiva (cf. 1Cor 9,6;At 8,14;15,36-39 etc.). “Dois a dois” indica que a missão é um serviço comunitário e os cristãos devem ajudar-se mutuamente em suas atividades; não é um trabalho de promoção pessoal. O pregador da Boa Nova não pode agir isoladamente, mas em comunidade. No auxílio mútuo da comunidade eles encontrarão forças para superar melhor as dificuldades encontradas na evangelização. “Ir dois a dois” implica também a afirmação da igualdade e exclui a subordinação de um ao outro (cf. Dt 19,15). Isto quer dizer que os cristãos não devem praticar sozinhos a própria religião, não se relacionam somente pessoal e diretamente com Deus; eles são chamados a viver a própria fé em comunidade. Para formar uma comunidade é preciso contar pelo menos com dois. Segundo o AT o testemunho só é válido se apresentado por mais de uma pessoa (cf. Dt 17,6;19,15;Nm 35,30; nos Atos dos Apóstolos encontramos Pedro e João, Paulo e Barnabé). O testemunho da comunidade atrai mais as pessoas para fazer a mesma coisa para o bem da humanidade. Quem vive o Evangelho do Senhor deve estar em sintonia com os irmãos da sua comunidade.

Em segundo lugar, Jesus deu aos doze o poder messiânico de Cristo contra as forças do mal (v.7b), ou seja, a autoridade para libertar as pessoas de tudo aquilo que se aliena, oprime e despersonaliza. Eles são enviados com autoridade sobre os espíritos imundos, para dominá-los e não para dominar ninguém.  O “poder sobre os espíritos maus” indica que a missão de cada cristão é uma prática libertadora e não simplesmente teorias bonitas sobre a religião, sobre Deus que amarram as pessoas dentro de uma instituição, como aconteceu com os fariseus. O cristão tem o poder de tirar esse mal, pois o Senhor Jesus lho deu. São Paulo rogou três vezes ao Senhor que o afastasse de um mal dentro dele. Mas o Senhor lhe respondeu: “Basta-te a minha graça” (cf. 2Cor 12,8-9). Antes de o cristão libertar os outros, ele tem que se libertar do mal dentro dele. Por isso, em cada reflexão que fizermos, vamos descobrir qual o mal que está dentro de nós ou de nossa família ou da comunidade. Com o poder que recebemos do Senhor, conseguiremos tirá-lo do nosso meio. A primeira tarefa de cada cristão consiste em tirar o mal que está no meio das comunidades, no meio da própria família, ou dentro do próprio coração.

Em terceiro lugar, Jesus exige dos doze um modo de vida baseado na pobreza radical, um desprendimento absoluto dos bens materiais (vv.8-9), é uma pobreza voluntária, porque somente assim eles poderiam ser considerados como fidedignos. Jesus enfatiza mais o ser dos discípulos do que o ter. Infelizmente, com certa frequência, hoje é mais importante o “parecer ser” do que o próprio “ser”. Aquele que procura somente sua segurança própria e proveitos pessoais em sua missão perderá sua credibilidade diante do mundo e de Deus. O modo de agir de cada cristão quando se está em missão ou em qualquer lugar e tempo é viver desapegado. A riqueza, a confiança no dinheiro representam um perigo muito sério para qualquer um de nós. O dinheiro torna suspeito qualquer testemunho. Jesus não despreza os bens deste mundo, não apresenta a miséria como um ideal de vida, mas alerta para o perigo de nos deixarmos condicionar pela posse de bens materiais. A porta da morte é tão estreita que somente passa aquilo que é a bagagem  de amor na condivisão dos bens materiais com os irmãos e irmãs que não têm nada para sua sobrevivência.

   

Quando se fala da pobreza não se trata da pobreza imposta, a miséria desumana e desumanizante. Este tipo de pobreza é causada pela maldade, a injustiça e a corrupção etc., portanto, fruto de pecado. Mas trata-se da pobreza voluntária, fruto do amor, da liberdade, do reconhecimento da paternidade divina e da fraternidade universal. A pobreza que Deus quer é a condivisão, a comunhão com nossos irmãos e irmãs daquilo que recebemos de Deus. Por isso, a pobreza é, antes de tudo, um ato de renúncia. Viver na pobreza significa estar aberto para a surpresa. Aceitar a pobreza significa viver sem segurança, é um verdadeiro desprendimento, é uma espécie de morte. Aceitar a pobreza voluntária significa aceitar um futuro aberto e cheio de possibilidades desconhecidas. Mas a pobreza voluntária como um ato de renúncia deve nascer de uma ideia, deve ter uma motivação, a realização de uma finalidade: a procura de um bem superior ao bem que se deixa; para abrir-se a Deus, para viver mais intensamente a vida de comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs, e receber mais luz, mais força no caminho a percorrer. A pobreza voluntária deve ser um compromisso de fé no sentido de abertura ao serviço do Reino de Deus e amor ao próximo.

O desapego a tudo não implica somente a renúncia a uma carga pesada de bens materiais, mas também o abandono de preconceitos, de tradições, de ideias retrógradas, às quais muitas vezes estamos amarrados de uma forma emocional e irracional. Referimo-nos ao pesado ônus representado por certos usos, por certos costumes, por certas tradições religiosas embutidas em determinado ambiente histórico e cultural, que muitos, confundem ou equiparam com os valores do Evangelho.

Em quarto lugar, Jesus envia os doze para pregar a mudança de vida (conversão) para si e para os outros (v.12). Para Jesus, a conversão é somente condição para construir a sociedade nova ou Reino de Deus (Mc 1,15). Conversão é mudança radical em que aflições passadas são rejeitadas por um novo compromisso e uma nova identidade. Toda conversão envolve mudança. Opõe-se à manutenção do status quo. A conversão sempre envolve movimento de uma dimensão para outra. E isso envolve a pessoa toda, não apenas seu senso moral, sua capacidade intelectual ou sua vida espiritual. Corpo, mente e alma juntos são afetados pelo ato da conversão, e as consequências são sentidas em todos os aspectos da vida da pessoa, inclusive nos campos social e político.

Em quinto lugar, a outra instrução de Jesus prevê uma atitude de bom senso e formação de comunidade: “Quando vocês entrarem numa casa, fiquem aí até partirem” (v.10). Isto não indica plena estabilidade para os discípulos, mas um local onde, com a sua partida, a comunidade possa continuar a se reunir e dar prosseguimento à Boa Nova do reino. Os cristãos devem ensinar os outros a assumirem o compromisso, a andarem com as próprias pernas. Isto pressupõe a exclusão da dominação e da atitude de patriarcalismo. Por isso, a hospitalidade e a convivência fraterna se tornam ambiente propício para propagar uma ação evangelizadora/libertadora.


Os cristãos que continuam a prática libertadora de Jesus também são advertidos para não serem ingênuos e pensar que tudo ocorrerá em paz só porque são arautos de libertação e vida. Justamente por isso encontrarão oposições daqueles que não querem transformações na sociedade. A oposição expressa-se de duas maneiras (v.11): A falta de solidariedade (não vos receber) e o fechamento completo ao diálogo ou à comunicação humana (nem vos escutar). Levantam uma barreira que impede a aproximação entre as pessoas.

1.“O amor apaixonado de Deus pelo seu povo — pelo homem — é ao mesmo tempo um amor que perdoa. E é tão grande, que chega a virar Deus contra Si próprio, o seu amor contra a sua justiça. Nisto, o cristão vê já esboçar-se veladamente o mistério da Cruz: Deus ama tanto o homem que, tendo-Se feito Ele próprio homem, segue-o até à morte e, deste modo, reconcilia justiça e amor” (Papa Bento XVI: Carta Encíclica Deus Caritas Est no.10).

2. A natureza íntima da Igreja exprime-se num tríplice dever: anúncio da Palavra de Deus (kerygma-martyria), celebração dos Sacramentos (leiturgia), serviço da caridade (diakonia). São deveres que se reclamam mutuamente, não podendo um ser separado dos outros. Para a Igreja, a caridade não é uma espécie de atividade de assistência social que se poderia mesmo deixar a outros, mas pertence à sua natureza, é expressão irrenunciável da sua própria essência (idem no. 25ª).

P.Vitus Gustama,svd

FE..“Em verdade vos digo, se vós tiverdes fé do tamanho de uma semente de mostarda, direis a esta montanha: ‘Vai daqui para lá’ e ela irá. E nada vos será impossível”.

Diante da pergunta sobre o porquê da incapacidade dos discípulos em curar o menino, Jesus deu-lhes uma grande lição sobre a importância da fé: 

Com suas palavras, Jesus sublinha, sobretudo, a necessidade da fé para poder vencer o mal.

A fé é onipotente porque nos une ao Onipotente. A fé é o ponto de apoio em Deus. A fé nos dá um poder incrível, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, como podemos verificar na vida de tantos homens e mulheres ao longo da história da Igreja. A fé nos permite rezar de modo eficaz. Segundo Jesus, a verdadeira fé faz desaparecer qualquer impossibilidade, faz qualquer um caminhar na vida com serenidade e paz, com alegria profunda como uma criança nas mãos de sua mãe. A verdadeira fé liberta qualquer um do desapego de todas as coisas. Além disso, é importante para nossa vida comunitária ter em conta que a fé em Deus nos abre muitas possibilidades e qualidades que estão escondidas e adormecidas. Ao assumir pessoalmente a fé, começaremos a ser conscientes de nossas grandes reservas humanas, as quais devem ser postas para o serviço aos demais.

A PONTE ENTRE DEUS E OS NOMES

Se os homens criam muros e abismos de separação entre si, Jesus cria pontes entre os homens e Deus para que os homens tenham um livre acesso para chegar até Deus, para a vida eterna. Sejamos construtores de pontes e não de muros e de abismos de isolamento. O homem existe para o outro homem. No âmago de nossa natureza, como homens, está a ânsia de integração. Há no coração do homem uma faceta infantil e inocente que sempre fica profundamente magoada quando somos excluídos de um relacionamento ou de uma convivência. Ninguém foi criado para o isolamento. Quando ficamos isolados, estamos propensos a ser prejudicados. Sempre que há distância, há anseio. Se a distância suscita o anseio, a proximidade cria a integração. Podemos possuir tudo que o mundo tem a oferecer em termos de status, de realização profissional, de bens materiais, de cargos sociais importantes e assim por diante, no entanto, sem nos sentirmos integrados, tudo isso parece vazio e inútil.

 

Para Refletir:

“Onde é que Te encontrei para poder conhecer-Te (Senhor)? Não estavas na minha memória antes de eu Te conhecer. Onde, então, Te encontrei, para conhecer-Te, senão em Ti mesmo, acima de mim?

Eis que habitavas dentro de mim e eu Te procurava do lado de fora! Tu me chamaste, e Teu grito rompeu a minha surdez. Fulguraste e brilhaste e Tua luz afugentou a minha cegueira. Espargiste tua fragrância e, respirando-a, suspirei por Ti. Eu Te saboreei, e agora tenho fome e sede de Ti. Tu me tocaste, e agora estou ardendo no desejo de Tua paz”.

Fizeste-nos para Ti, e inquieto está o nosso coração, enquanto não repousa em Ti. Dá-me, Senhor, saber e compreender qual seja o primeiro: invocar-Te ou louvar-Te... Quem O procura O encontra, e, tendo-O encontrado, O louvará.  (Santo Agostinho. Confissões, X,26-27; I,1).

Choramos por causa de alegria profunda como choramos por causa de uma tristeza profunda. O choro é a única linguagem capaz de expressar tudo que sentimos profundamente em lagrimas que nenhuma outra língua capaz de expressar.

O que nos frustra e tira nossa alegria de viver é a ausência do significado de nossa vida. Nossa alma não está sedenta de poder, de fama, de popularidade, de conforto, de propriedades e assim por diante. Nossa alma tem fome do significado da vida, ou de aprendermos a viver de tal modo que nossa existência ou nossa passagem neste mundo tenha importância ou significado capaz de modificar ou de melhorar o mundo, pelo menos, ao nosso redor.


E Deus nos chama pelo nome: “Eu te chamo pelo nome, és meu”, disse Deus para cada um de nós (Is 43,1). “Eis que estás gravada na palma de minhas mãos, tenho sempre sob os olhos tuas muralhas”, acrescentou Deus (Is 49,16). 


 

www.radios.com.br
© Copyright 2010 - Todos os direitos reservados. Paróquia São Domingos Sávio - Pirituba - São Paulo - SP
Rua Tomás Lopes Ferreira, 131 - São Paulo - SP
Fone/Fax: 11 3904-0549 - e-mail: contato@paroquiasaodomingossavio.com.br
Região Episcopal Lapa - Arquidiocese de São Paulo